Espaços

13

Lionesa Business Hub

Agostinho Ferreira de Almeida

1946

Sábado
Domingo

Casa da Arquitectura

Visitas Acompanhadas

Visita ao espaço orientada pela equipa de voluntários Open House.
Sáb.
10:00
12:00
13:00
14:00
16:00
17:00
18:00
Dom.
10:00
12:00
13:00
14:00
16:00
17:00

Visitas Comentadas

Visita ao espaço comentada pelo autor do projecto de arquitectura ou por um especialista convidado.

Sáb.
11:00
15:00
Dom.
11:00
15:00

Sáb 11h, Arq. Alexandre Burmester* / Sáb 15h, Arq. Duarte Cardoso (CBRE) / Dom 11h, Perspetiva Histórica / Dom 15h, Open Air Gallery / Dom 16h, Arq. Alexandre Burmester >> *Por motivos imprevistos o especialista não poderá realizar a visita de sábado às 11h

Programa Plus

Em Alta Voz →

Caleidoscópio

Caminhada e Sunset Party Open House Porto →

Máximo 20 pessoas por visita

Visitas sem marcação; por ordem de chegada

Sem acesso a pessoas com mobilidade reduzida

Permitido fotografar

Descrição

A fábrica “Lionesa”, unidade industrial de grandes dimensões, implanta-se em Leça do Balio, em 1948, no contexto do aparecimento nessa época e nos anos seguintes de estruturantes ligações rodoviárias, com destaque para a abertura da Via Norte que se tornou num importante pólo industrial e empresarial às portas da cidade, beneficiando também da proximidade ao porto de Leixões, ao ramal ferroviário da Cintura e, posteriormente, ao próprio aeroporto de Pedras Rubras. Embora as origens da empresa, nascida no Porto, remontem a 1930, a fixação neste local data de 1948. Para trás ficavam mais de dois anos de construções, com projetos dos arquitetos Alfredo Rodrigo Casais Rodrigues e Francisco Augusto Baptista (unidade fabril ) e Agostinho Ferreira de Almeida (ampliações para cantina, creche, balneários, vestiário, consultórios médicos e de enfermagem…). A seda e fios de fibras artificiais e sintéticas era a sua principal produção, num setor têxtil que registou no país um crescimento verdadeiramente notável entre 1943 e 1965, passando das 95 para 1.387 toneladas de tecidos, com a Lionesa a destacar-se, chegando a produzir doze milhões de metros de tecidos/ano. Todavia, nos finais do século passado, com a concorrência de mercados emergentes, nomeadamente asiáticos, a “Lionesa” acabou por falir. Adquirida em 2000 por um grupo de investidores, foi objeto de um programa de valorização e regeneração dos seus antigos espaços industriais, alicerçado num projeto empresarial que, baseado num negócio de arrendamento personalizado que, qual “alfaiate”, desenha e produz espaços “chave na mão” feitos à medida das necessidades de quem os procura, transformou a Lionesa numa referência nacional, também na dimensão da arquitetura de interiores, acolhendo hoje, numa área de 45 mil metros quadrados, cerca de uma centena de empresas e cinco milhares de postos de trabalho.

Localização

Rua Lionesa, 446

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Direções: Google Maps / Apple Maps

Transportes Públicos

Autocarro: STCP 505, 602 / MARÉ 128